
E só, servi-me da névoa envolta à pálida pele...
E fiz da bruma minha pele...
Nú, caminhei ao encontro do mar...
Deitado em pedras, respirei a vida...
Senti a molhada terra salgada, a cheiro de embarcação de peixe largada...
E ali fiquei...
E das farfalhadas dos galhos, chorei...
Senti uma certa angústia ao ler isso...
ResponderExcluirBom texto.
Tenho vivido dias de farfalhar dos galhos.
ResponderExcluirProvado, pela manhã, o orvalho salgado do mseu ser.
Sou os destroços - os peixes largados sem importância.
sou a foto que posta, Gustavo.
Muito obrigado
Olá, johnny, só agora tive tempo de agradecer a sua visita - que me tocou muito - lá no meu "nenhum lugar".
ResponderExcluirAs palavras nos tocam quando parece que poderiam ter sido ditas por nós, sentidas por nós. Fico contente de ter lhe provocado esta sensação!
E vc não deve esquecer o que vc mesmo disse: "a solidão é uma companheira bastante larga". Eu acredito enormemente numa solidão que nos faz crescer, ir além de nós mesmos!
Um grande abraço.